Hoje conclui que, de facto, o karma existe.
Eu sempre pensei que não, e afirmava esta convicção de maneira deveras convicta (sim, convicção convicta, não vejo por que não). Eu achava sempre que tinha os meus namorados muito giros e que eles é que eram muito maus para mim, e eu é que ficava ali a curtir a fossa, toda lampeira. Isto é, claramente, apenas um exemplo entre vários para dizer que eu sempre achei isto, na verdade, e porquê? Porque sou muito gira, claro está.
Afinal não, o karma existe mesmo. Mais! Não é apenas o karma que existe, mas vem acompanhado com o seu amigo de infância, aquela coisa, o destino. E eu, como gira que sou, e afirmando que tais factores existem, estou condenada a ser a pessoa que estraga tudo. Mas sempre. A sério, é formidável aquilo que eu faço, e vocês deviam ouvir relatos acerca das minhas experiências, de modo a poderem concluir que eu, de facto, sou sempre a pessoa que é conotada com o estraganço das mais variadas situações. Sim, o estraganço, não vejo por que não.
E é com estas palavras que vos deixo hoje. Queria pôr umas letrinhas todas femininas e cheias de cores, mas o Michael Jackson morreu, portanto vai a branco, aquela que penso ter sido a última cor de pele que o fantástico sujeito adoptou. Beijocas, giros *
P.S.: Não pretendo de maneira nenhuma satirizar o senhor Jackson. Na verdade, gosto muito dele, e estou de momento a abanar-me ao som da Smooth Criminal. Pensei em colocar essa música neste mesmo post, mas para além de não ir com as palavras do texto mui filosófico que vos deixei, não sei fazer essas mariquices todas modernas de pôr músicas num post.
Agora sim vos digo com toda a certeza e convicção, au revoir!
P.P.S.: Utilizei a palavra "convicção" duas vezes no mesmo texto. Boo-yah!
Eu sempre pensei que não, e afirmava esta convicção de maneira deveras convicta (sim, convicção convicta, não vejo por que não). Eu achava sempre que tinha os meus namorados muito giros e que eles é que eram muito maus para mim, e eu é que ficava ali a curtir a fossa, toda lampeira. Isto é, claramente, apenas um exemplo entre vários para dizer que eu sempre achei isto, na verdade, e porquê? Porque sou muito gira, claro está.
Afinal não, o karma existe mesmo. Mais! Não é apenas o karma que existe, mas vem acompanhado com o seu amigo de infância, aquela coisa, o destino. E eu, como gira que sou, e afirmando que tais factores existem, estou condenada a ser a pessoa que estraga tudo. Mas sempre. A sério, é formidável aquilo que eu faço, e vocês deviam ouvir relatos acerca das minhas experiências, de modo a poderem concluir que eu, de facto, sou sempre a pessoa que é conotada com o estraganço das mais variadas situações. Sim, o estraganço, não vejo por que não.
E é com estas palavras que vos deixo hoje. Queria pôr umas letrinhas todas femininas e cheias de cores, mas o Michael Jackson morreu, portanto vai a branco, aquela que penso ter sido a última cor de pele que o fantástico sujeito adoptou. Beijocas, giros *
P.S.: Não pretendo de maneira nenhuma satirizar o senhor Jackson. Na verdade, gosto muito dele, e estou de momento a abanar-me ao som da Smooth Criminal. Pensei em colocar essa música neste mesmo post, mas para além de não ir com as palavras do texto mui filosófico que vos deixei, não sei fazer essas mariquices todas modernas de pôr músicas num post.
Agora sim vos digo com toda a certeza e convicção, au revoir!
P.P.S.: Utilizei a palavra "convicção" duas vezes no mesmo texto. Boo-yah!