[...] penso muitas vezes que partes, que vais embora, e que contigo vai qualquer sentimento que algum dia existiu em mim. penso que quem parte é a pessoa que me ensinou a sentir, a única pessoa que alguma vez amei, aquele que significa tudo, o meu anjo, o meu amante, o meu confidente, o meu tudo. aquele que nunca poderá ser substituído. [...] e nesse momento não há ninguém ali, também nunca me poderei abraçar a mim mesma. [...]
(estupidamente incompleto.)